Opinião Sincera | Black Cat

 

Voltando para as opiniões de animes um pouco mais antigos, hoje vou dar minha Opinião Sincera sobre o anime Black Cat, escrito por Kentaro Yabuki, de 2005/2006, possuindo 24 episódios. Um anime que, apesar de ter aparência relativamente datada por conta do seu estilo de animação, possui uma qualidade audiovisual bastante legal, assim como sua trilha sonora.

O anime fala sobre um rapaz chamado Train Heartnet, um assassino profissional que optou por essa vida após um assassino chamado Zagine matar seus pais e lhe dar duas opções: crescer como um assassino ou morrer junto com seus pais. Escolha feita, Train passa a ser treinado pelo homem que tirou a vida dos seus pais e se desenvolve um excelente assassino. Após a morte de Zagine, em seus 13 anos, Train entra para a organização Chronos que, sob a justificativa de tornar o mundo um lugar melhor, aniquila seus inimigos da forma que bem entende.

Logo de cara, no primeiro episódio do anime, temos o conflito entre Train e Creed Diskenth (este claramente aficionado por Train) sobre o protagonista ter mudado por conta de  uma mulher e, após um grito de dor e tristeza de Train, temos a abertura e o anime começa de fato. Eu sei, a primeira impressão que essa cena te causa é “Como assim? O que acabou de acontecer? Eu não entendi nada! ”, mas, com o tempo, o anime explica o que levou a esse ponto da cena inicial.

De antemão, aviso que o mangá e anime possuem certos pontos de encontro, porém contam a história de jeitos diferentes. Ainda não tive a oportunidade de parar para ler o mangá, mas creio que seja muito interessante, assim como a história do anime. Algumas pessoas consideram um pouco clichê, mas eu, particularmente, gosto bastante do anime. Acho que por ser um anime two cour (isto é, com 24 episódios), resume bastante algumas coisas e deixa de esclarecer outras, mas mesmo com algumas desinformações ou informações demasiadas em pouquíssimo tempo, eu curto o anime. Não é aquele anime inesquecível, mas também não é aquele que você quer “desver”. No mínimo, é mediano para bonzinho.